Tuesday, March 06, 2012




vejo. prevejo. pós vejo. varejo, pierce


Por mais que eu me aproxime, não há distância suficente. Tampouco me afasto, e próximo estou; as certezas, tão certeiras, dão-se como basta: dúvidas. Os silêncios, síncopes e síncope, respostas. Perguntas. E não há previsão, visão, todas certezas significam nada além daqui, dentro daqui, só aqui- e já me escapou o todo: Sois outro. Não é Gabriel. Não é Joseph, Nem; são dúvidas eternas e dívidas, um aprendizado: viver. Como4 lógica, planejamento e razão-  semi4 lógica, planejamento ou razão.

Posteriormente a incessante busca por definições taxativas, aclareei claraevidente fonte originária de reprodução, envazilhada linha sois arte porque tudo é ordinário, tão ordinário, que ou algo faço, ou me calo. Todos, quase todos, a maioria, a minoria da maioria, os minorais, não se adaptam, conservadores ou inovadores, progressistas  ou  conversadores; merda qualquer, ou historiadores: pajés: budas: franciscanos: judeus: xiitas: árabes, cientistas. Cada qual com o seu, e crenças, tudo diz respeito ao mesmo, conscientes ou mal compreendendo a grandeza da equação como espécie animal, a estrutura, o núcleo, a combinação: riqueza maior, animal torto adaptando-se como pode, e quer - sim! por isso se diferencia, depreciando quer diferenciar(-se), mas sequer pôde desfazer o mistério, a lua em pedra. em esmeralda. em perfume. em sonho. em praia. prosa. em nada. tudo isso de não deixar ser, outra coisa, faz-se idêntica.

brasil. portugal. açoires.

e digo que os rastros estão por toda parte, por todos os lados e em todos os cantos, um instante ou fugaz assovio, pássaros cantam a humanidade em frames e ninguém, dá-se conta, somos mais importantes e não importa no quê:

minha língua é minha patria, meu idioma, universal.

a harmonia é a escrita dos afetos. do caráter. da matemática. do 1, 2, 3, 4. da ciência e do ocultismo: um pressente, outro prova, deu-se: prazer e gosto.

ordeno,

como,

espumo e

idiomo,

assinado

bbird