Sunday, March 25, 2012

Tuesday, March 20, 2012

Monday, March 19, 2012


high fidelity [ode to joy]

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Penso nela, também penso que não deveria estar pensando nela e nem ao menos queria estar pensando nela. Geralmente essa lógica é inversa, ela pensa nele, um genérico. Mas aqui não, eu penso nela. Não sei porque penso nela, porque em mim ela não deve pensar, não quanto eu gostaria que pensasse. Talvez algo pense, desconheço. E fico a pensar no que ela poderia estar pensando, será que ela sabe o quanto pesa? Desconfio.

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Dizem que pra amar, você tem que estar pronto. Dizem que pra um velho amor esquecer, só amando novamente. Dizem tantas coisas nesse campo, mas coisa alguma significa, por isso desteorizo, desonho, definho e até dessinto: um pouco de tudo.

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Vocês que desconfiam, não desconfiem, compreendam, um amor livre ama sem duração, sem tempo, sem garantia, sem vergonha, sem nada: entreguismo de coração em versinhos e versões, marchinha de carnaval, purpurina e língua de sogra no meio do salão.

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Vamos nos deixando por aí, em partes, eu mesmo deixei de ser e poderia conjunturar que agora sou o que resta, mas, não, sou o que permanece, a escolha remanescente, esse ser que, sucesso e infortunio, é o mesmo que você (re)conheceu um dia (pau que torto nasce, ...).

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Eu aqui, ela ali e não é um sentimento próximo - bastante ou distantemente próximos - mas uma constante que se desloca pra cá e pra lá, e não sei mais, nem daqui, nem dali: ela aqui, eu ali.

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Presente sem provocação nem provação sentindo novamente os tantos sentires e, assim, corpo e alma, pura comoção, é que existo de verdade: sorrise leve de como se estivéssemos acabado de fazer amor trepar nos comer ou o nome que você dá para isso. Dois corpos em (con)fusão, o momento sublime da vida é um instante, nele me detenho e existimos. Resistimos. Gozamos. Enquanto mais, tudo dói.

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'A mulher é um jogo
Difícil de acertar
E o home como um bobo
Não se cansa de jogar'

Mas eu vou me regenerar,
(quer se regenerar comigo ?)

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a cada uma dessas partes que deixei por aí, fui sendo, e i - ! (de ser)

Tuesday, March 13, 2012



Usnavi, piloto número um de uma frota com dezenas de digitos, conduziu sua nau flutuante sobre os trilhos dos mares (?) soando como suíte para cordas a beira do precipício, mostrando destreza, reflexo e agilidade, qualidade na apropriação (¿) do veículo e, portanto, e, para qual, merecedor de tal logradouro. DE agora em diante serás também Usnavi, o capitão indresdutível!!(x).    .

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? que você quis dizer com trilhos dos mares? que imagem está evocando?

¿ não seria mais adequado o termo condução do veículo?

x presta atenção na grafia, é inDEStrutível.

...É um bom texto, continue Ailander, assim você poderá ser campeão um dia!! Parabéns!!

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---wall:

como vc vê
como os amigo vê
como seus pai vê
como tv,

baseado em

sôou MONSTRUOSO!! um conto de ailander .fk.


interpretando: F A C E B O Ok  É   O    THE     WALL     D A  AN T  I  G  A  ENGL  PINK   FLOYD                                                                    (eu avisei!!!((

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pichado no muro da universidade de recife, em maio de 2968.


Saturday, March 10, 2012


b 12

. um colombiano alertou para o fato de, na população pobre do país, muita gente se chamar usnavi.

perguntando sobre o porque, esclareceu, coisa da frota marinha americana nos portos do país.

d 9

.. relendo esses anos pelos escritos correspondentes, acredito que meu verdadeiro eu deve ser ailander,
o sobrevivente.

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e sigo cruzando os automares sem afundar, ship ship, cambio marreco.


Tuesday, March 06, 2012




vejo. prevejo. pós vejo. varejo, pierce


Por mais que eu me aproxime, não há distância suficente. Tampouco me afasto, e próximo estou; as certezas, tão certeiras, dão-se como basta: dúvidas. Os silêncios, síncopes e síncope, respostas. Perguntas. E não há previsão, visão, todas certezas significam nada além daqui, dentro daqui, só aqui- e já me escapou o todo: Sois outro. Não é Gabriel. Não é Joseph, Nem; são dúvidas eternas e dívidas, um aprendizado: viver. Como4 lógica, planejamento e razão-  semi4 lógica, planejamento ou razão.

Posteriormente a incessante busca por definições taxativas, aclareei claraevidente fonte originária de reprodução, envazilhada linha sois arte porque tudo é ordinário, tão ordinário, que ou algo faço, ou me calo. Todos, quase todos, a maioria, a minoria da maioria, os minorais, não se adaptam, conservadores ou inovadores, progressistas  ou  conversadores; merda qualquer, ou historiadores: pajés: budas: franciscanos: judeus: xiitas: árabes, cientistas. Cada qual com o seu, e crenças, tudo diz respeito ao mesmo, conscientes ou mal compreendendo a grandeza da equação como espécie animal, a estrutura, o núcleo, a combinação: riqueza maior, animal torto adaptando-se como pode, e quer - sim! por isso se diferencia, depreciando quer diferenciar(-se), mas sequer pôde desfazer o mistério, a lua em pedra. em esmeralda. em perfume. em sonho. em praia. prosa. em nada. tudo isso de não deixar ser, outra coisa, faz-se idêntica.

brasil. portugal. açoires.

e digo que os rastros estão por toda parte, por todos os lados e em todos os cantos, um instante ou fugaz assovio, pássaros cantam a humanidade em frames e ninguém, dá-se conta, somos mais importantes e não importa no quê:

minha língua é minha patria, meu idioma, universal.

a harmonia é a escrita dos afetos. do caráter. da matemática. do 1, 2, 3, 4. da ciência e do ocultismo: um pressente, outro prova, deu-se: prazer e gosto.

ordeno,

como,

espumo e

idiomo,

assinado

bbird