Wednesday, December 16, 2009
Friday, August 14, 2009
___> orquídia.
_
_
_
_
A medida que respiro, passo
e o ar que me falta no peito
ecoa no corredor
galhos de um falso suspiro de gosto amargo
faço lágrimas correrem
rio abaixo
sozinho já não estou, mas
tampouco pronto pra ser
,
o sonho de um sonho,
doce, amargo
azul do lago dos olhos,
sonho sóis simples
,
amados e amadas,
amores e amantes,
amizades e travessuras,
amigos trovadores
é apenas um rio que
cerceia o pasto e marca a bota de lama,
teu peito de argila ao borde do meu coração
,
a margem de tudo o velho Pinheiro contra-plongê
balança no vento,
galhos rachados de flores umidas
perfume verde musgo
nos ecos agudos do corredor
o ar que me falta no peito
ecoa teu nome no tal corredor,
talvez seja tarde pra alarde
quem sabe não tenha sido noutros tempos
que fomos assim, tão companheiros
por isso te peço, sem nada dizer
que compreenda o significado do meu silenciar:
que siga, que ame, que viva
porque assim são todos os dias que
penso em você
e se te pegar pensando em mim
sinta meu querer daqueles beijos e
outros tatos, daqueles tantos, daqueles
anos
e se continuar a pensar apenas suspire e
abra os olhos, flores num quadro, siga
em frente meu bem, isso é para
sempre. nunca será para menos.
um nunca partido. [nunca] perdido. [nunca] esquecido. [nunca] deixado.
continua sido sendo
sentido
como agora
e
silencia.
,
silêncio não dito,
lagrima caída,
teu nome brotou
relativo as devidas improporções
num canto enraizado do peito
teu nome impulsivo repousa
a espera da água do sol
um dia uma linda flor
nasceu poente e se foi
a espalhar seu perfume
a quem se aproximar,
___>
_
_
_
_
A medida que respiro, passo
e o ar que me falta no peito
ecoa no corredor
galhos de um falso suspiro de gosto amargo
faço lágrimas correrem
rio abaixo
sozinho já não estou, mas
tampouco pronto pra ser
,
o sonho de um sonho,
doce, amargo
azul do lago dos olhos,
sonho sóis simples
,
amados e amadas,
amores e amantes,
amizades e travessuras,
amigos trovadores
é apenas um rio que
cerceia o pasto e marca a bota de lama,
teu peito de argila ao borde do meu coração
,
a margem de tudo o velho Pinheiro contra-plongê
balança no vento,
galhos rachados de flores umidas
perfume verde musgo
nos ecos agudos do corredor
o ar que me falta no peito
ecoa teu nome no tal corredor,
talvez seja tarde pra alarde
quem sabe não tenha sido noutros tempos
que fomos assim, tão companheiros
por isso te peço, sem nada dizer
que compreenda o significado do meu silenciar:
que siga, que ame, que viva
porque assim são todos os dias que
penso em você
e se te pegar pensando em mim
sinta meu querer daqueles beijos e
outros tatos, daqueles tantos, daqueles
anos
e se continuar a pensar apenas suspire e
abra os olhos, flores num quadro, siga
em frente meu bem, isso é para
sempre. nunca será para menos.
um nunca partido. [nunca] perdido. [nunca] esquecido. [nunca] deixado.
continua sido sendo
sentido
como agora
e
silencia.
,
silêncio não dito,
lagrima caída,
teu nome brotou
relativo as devidas improporções
num canto enraizado do peito
teu nome impulsivo repousa
a espera da água do sol
um dia uma linda flor
nasceu poente e se foi
a espalhar seu perfume
a quem se aproximar,
___>
Subscribe to:
Posts (Atom)