....
Pensando bem, já não quero guardar nada,
carregar seu nome pelos mares, pelas rondas,
rotundas memórias esmiuçadas pelos dentes do animal,
ganiço estridente buscando equilibrar-se na natureza
agressiva do peito, desejo de carne, das vísceras, de um foda,
da baba de sangue nos dentes,
de tudo que não tenha nome, mas devore.
....
e se possa: ignorar a passagem do furacão.
....
mais um CHUVA fazendo poesia e regando o muro.
